quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Felicidade


O "Cafezinho das Cinco" é também um local para compartilharmos momentos de alegria e boas notícias.
Ontem foi um dia de muita felicidade e comemoração.
Minha filha, no mês de junho, formou-se em direito, passou na prova da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e já está trabalhando.
Ontem prestou juramento em uma bonita e emocionante solenidade na sede da OAB.
Estamos muito orgulhosos e felizes com o seu desempenho. Sabemos que pelo seu esforço e dedicação, ela terá uma carreira de sucesso.

"Parabéns minha querida, por mais esta etapa vencida.
Beijinhos!!!"

Curiosidades sobre os símbolos e tradições do Natal



Curiosidades

- Nome das oito renas do Pai Natal:
Dasher, Dancer, Prancer, Vixen, Comet, Cupid, Donder e Blitzen

- As crianças chinesas não recebem presentes no Natal, mas sim, durante as celebrações do Ano Novo chinês que acontece em Janeiro

- Porque é que se chama missa do galo?
Porque o galo foi o primeiro a presenciar o nascimento de Jesus, ficando encarregue de anunciá-lo ao Mundo.

- A tradição de enfeitar as árvores de Natal nasceu na Alemanha. Eram usados como enfeite papel colorido, frutas, doces e velas.

- Sinos:
As pessoas acreditavam que as batidas deles espantavam os maus espíritos.

- Guirlandas:
As feitas de azevinho, um tipo de planta que não perde as folhas durante o inverno, simbolizavam a vida nos dias de frio.

- A tradição do anjinho na árvore de natal:
Não faz muito tempo, Papai Noel estava se preparando para a sua viagem anual... Mas quatro de seus duendes estavam doentes e os novatos não produziam os brinquedos tão rapidamente quanto os antigos. - Papai Noel já estava sentindo a pressão pelos problemas...
Agora era a Sra. Noel avisando que a sua mãe (sogra) viria para uma ligeira visitinha de alguns dias. - Isto estressou ainda mais o Papai Noel.
No momento em que ele foi colocar os arreios nas renas, ele descobriu que três estavam prontinhas para dar a luz, e duas tinham fugido pela cerca que estava aberta, sabe lá pra onde. Mais estresse...
Sorrindo e dando seu famoso gritinho de "ho, ho, ho", Papai Noel começou a carregar o trenó, mas uma das tábuas rasgou o saco de brinquedos que começaram a cair, espalhando-se por todo o chão.
Frustrado, Papai Noel voltou pra casa para uma xícara de café e um tranqüilizador gole de Vodka. Quando se aproximou da estante, notou que os duendes tinham acabado com sua bebida; nem uma gotinha tinham lhe deixado... Na sua frustração, sem querer, deixou cair a xícara do café, que se quebrou em mil pedacinhos pelo chão. Quando pegou a vassoura para limpar os cacos da xícara, viu que os camundongos tinham comido toda a palha! Neste exato instante tocou a campainha e Papai Noel, foi atender a porta, abriu e lá estava um mirrado anjinho de cachinhos, com uma enorme Árvore de Natal. E o Anjinho perguntou: "Papai Noel, onde você quer que eu coloque esta árvore?"
E daí vem a tradição do Anjinho ficar enfiado na Árvore de Natal...

- Casa do Papai Noel:
Nos países do norte da Europa, diz a tradição que o Papai Noel não vive propriamente no Pólo Norte, mas sim na Lapônia, mais propriamente na cidade de Rovaniemi, onde de fato existe o "escritório do Papai Noel" bem como o parque conhecido como "Santa Park", que se tornou uma atração turística do local.
Criou-se inclusive um endereço oficial como a residência do Papai Noel:
Santa ClausFIN-96930 Arctic CircleRovaniemi - Finlândia
seu Site oficial : http://www.santaclausoffice.fi/ (www.tibiamithus.com/papainoel.html)




A Risonha perguntou sobre a rena do Papai Noel chamada Rudolph, como a amiga não poderia ficar sem resposta fui pesquisar.
A quantidade de renas que puxam o trenó é controversa, tudo por causa da rena conhecida como Rudolph. Existe uma lenda que diz que Rudolph teria entrado para equipe de renas titulares por ter um nariz vermelho e brilhante, que ajuda a guiar as outras renas durante as tempestades. E, a partir daquele ano, a quantidade de renas passou a ser nove, diferente dos trenós tradicionais, puxados por oito renas. Tal lenda foi criada em 1939 e retratada no filme Rudolph, a Rena do Nariz Vermelho (1960 e 1998).
O nome das renas, em inglês são: Rudolph, Dasher, Dancer, Prancer, Vixen, Comet, Cupid, Donner e Blitzen. E em português são: Rodolfo, Corredora, Dançarina, Empinadora, Raposa, Cometa, Cupido, Trovão e Relâmpago.
Fonte:
Imagem:
http://www.fotosdahora.com.br/clipart/cliparts_imagens/03Comemoracoes/papai_noel_com_renas_05.jpg


"A alegria do Natal não é euforia ou ilusão que passa. A alegre esperança do Natal é fruto da experiência do nosso encontro pessoal com Jesus. Ele está conosco e nós sentimos a sua presença salvadora em nossa vida"

Selinho da amizade


O selinho Campanha da Amizade me foi oferecido pela amiga Téia - Banquetes e Lanchinhos.
Fiquei muito e feliz e agradecida por este carinho.
Beijinhos!!!

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Puro deleite

Comer castanhas nas refeições e comemorações de Natal é um costume que importamos da Europa e hoje os frutos secos passaram a ser item obrigatório nas festas do final de ano. Para aproveitar as nozes de boa qualidade que comprei, fiz este Rocambole de Doce de Leite e Nozes, que pode ser servido como sobremesa e para as visitas que recebemos durante os festejos de Natal.


Rocambole de Doce de Leite e Nozes
Ingredientes:
8 ovos
8 colheres (sopa) de açúcar peneirado
1 pitada de sal
1 colher (sopa) de fermento em pó
8 colheres (sopa) de farinha de trigo
margarina para untar
açúcar para polvilhar
Recheio
Ingredientes:
doce de leite
nozes
Modo de Fazer:
Na batedeira, bata as clars em neve. Acrescente o açúcar, aos poucos, batendo até obter um suspiro. Adicione o sal, as gemas e bata. Junte o fermento e misture com uma colher. Acrescente a farinha, aos poucos e mexa. Coloque em uma forma retângular untada e forrada com papel- manteiga também untado. Leve ao forno médio, preaquecido, por 15 minutos ou até assar e dourar. Desenforme sobre um pano de prato umedecido e polvilhado com açúcar. Remova as laterais torradas do bolo e espalhe o recheio. Primeiro uma camada de doce de leite em seguida as nozes cortadas em pedacinhos. Enrole com o auxílio do pano de prato, polvilhe com o açúcar. Decore com algumas nozes inteiras.
Rendimento:
1 rocambole grande ou 2 médios.
Notas:
O doce de leite, poderá ser substiuído por leite condensado cozido na panela de pressão por 20 minutos.
A receita é grande, aconselho fazer dois rocamboles o que facilitará na hora de enrolar.


Símbolos e tradições do Natal

O Natal está próximo. O movimento nas ruas, a euforia e o vai e vem das pessoas revelam que uma festa irá acontecer nos próximos dias. Sim, será a festa de comemoração do nascimento de Jesus. Como queremos recebê-lo com todo amor e alegria, enfeitamos a nossa casa, montamos a árvore de natal e o presépio, preparamos a ceia e ofertamos presentes.
Para conhecer melhor a tradição, origem e o significado dos símbolos do Natal fiz uma pesquisa. Achei interessante saber a mensagem contida em cada um deles.


Não podemos esquecer nunca do aniversariante, Jesus Cristo, e sua mensagem de amor.
O Natal será feliz e abençoado se nós estivermos unidos a Jesus. Nele nossas famílias tem vida e esperança.

Símbolos do Natal



A origem do presépio

As esculturas e quadros que enfeitavam os templos para ensinar os fiéis, além das representações teatrais semilitúrgicas que aconteciam durante a missa de Natal serviram de inspiração para que se criasse o presépio, que hoje é uma tradição na Itália, na Espanha, na França, no Tirol austríaco, na Alemanha, na República Checa, na América Latina e nos Estados Unidos.
A tradição católica diz que o presépio surgiu no século 13, quando São Francisco de Assis quis celebrar um Natal o mais realista possível e, com a permissão do papa, montou um presépio de palha, com uma imagem do Menino Jesus, um boi e um jumento vivos perto dela. Nesse cenário foi celebradada em 1223 a missa de Natal. O sucesso dessa representação do presépio foi tanta que rapidamente se estendeu por toda a Itália. Logo se introduziu nas casas nobres européias e de lá foi descendo até as classes mais pobres.
Na Espanha, a tradição chegou pela mão do monarca Carlos III, que a importou de Nápoles no século 18. Sua popularidade nos lares espanhóis e latino-americanos se estendeu ao longo do século 19 e na França não o fez até inícios do século 20.


Os Reis Magos

No tempo do Rei Herodes, três reis magos chegaram do Oriente a Jerusalém: Melchior, que era um ancião, Gaspar, um jovem branco, e Baltazar, um homem de raça negra e barba. Em sua chegada, os reis magos anunciaram ao povo de Jerusalém que havia nascido o rei dos judeus em Belém. Ainda que todo o povo tenha se alarmado, Herodes lhes deu permissão de viajar até Belém na busca do menino e pelo caminho uma estrela os guiou até o berço onde estava o bebê com sua mãe.
Os três reis ficaram alegres ao vê-lo e ofereceram seus presentes: ouro, incenso e mirra. Depois disso, regressaram a sua terra por outro caminho, com medo da reação de Herodes. Desde então, o dia 6 de janeiro é celebrado em muitos países pela chegada dos reis magos. Neste dia, é considerada uma tradição dar presentes às crianças que tenham se comportado e carvão aos que foram maus durante o ano.

A Missa do Galo

É com o nome de Missa do Galo que se conhece a missa celebrada na noite de Natal. Sua denominação provém de uma fábula que afirma que foi esse animal o primeiro a presenciar o nascimento de Jesus, ficando encarregado de anunciá-lo ao mundo. Até o começo do século 20 era costume que a meia-noite fosse anunciada dentro do templo por um canto de galo, real ou simulado.
Essa missa apareceu no século 5 e, a partir da Idade Média, transformou-se em uma celebração jubilosa longe do caráter solene com que hoje a conhecemos. Até princípios do século 20, perdurou o costume de reservar aos pastores congregados ali o privilégio de serem os primeiros a adorarem o Menino Jesus. Durante a adoração, as mulheres depositavam doces caseiros, que logo trocavam por pão bento ou Pão de Natal.
Era também costume reservar um pedaço deste pão como amuleto, ao qual só se podia recorrer em caso de doença grave. Outra tradição que perdurou é a de estreiar nessa noite uma peça de roupa com a qual se afastava o demônio.
Em algumas regiões, esta missa se celebra durante as primeiras horas do dia. Na maioria dos países da América de língua espanhola é tradição que toda a família acuda a ela unida e para os panamenhos é o momento mais importante das festas.


A Árvore de Natal

A origem da árvore de Natal é mais antiga que o próprio nascimento de Jesus Cristo, ficando entre o segundo e o terceiro milênio A.C.. Naquela época, uma grande variedade de povos indo-europeus que estavam se expandindo pela Europa e Ásia consideravam as árvores uma expressão da energia de fertilidade da Mãe Natureza, por isso lhes rendiam culto.
O carvalho foi, em muitos casos, considerado a rainha das árvores. No inverno, quando suas folhas caíam, os povos antigos costumavam colocar diferentes enfeites nele para atrair o espírito da natureza, que se pensava que havia fugido.
A árvore de Natal moderna surgiu na Alemanha e suas primeiras referências datam do século 16. Foi a partir do século 19 que a tradição chegou à Inglaterra, França, Estados Unidos, Porto Rico e depois, já no século 20, virou tradição na Espanha e na maioria da América Latina.



Os enfeites da árvore de Natal

As bolas e estrelas que enfeitam a árvore de Natal representam as primitivas pedras, maçãs ou outros elementos que no passado enfeitavam o carvalho precursor da atual árvore de Natal. Cada um desses enfeites tem em si um significado.
Antes de que fossem substituídas por lâmpadas elétricas coloridas, as velas eram enfeites comuns nas árvores e simbolizam a purificação, com a chama sendo acesa como a representação de Cristo, a luz do mundo. As ferraduras são um clássico amuleto que atrai a boa sorte.
As habituais pinhas se utilizam como um símbolo da imortalidade e os sininhos como mostra do júbilo natalino. As maçãs e as bolas de cores, sua mais tradicional variante, desenvolvidas pelos sopradores de vidro da Boêmia do século 18, são signos que atraem de abundância.
Finalmente, as estrelas anunciam os desígnios de Deus. Segundo conta a Bíblia, cada estrela tem um anjo que vela por ela, crença que suporta a antiga idéia de que cada uma das que povoa o firmamento é em si mesma um anjo. A que se põe no alto da árvore de Natal refere-se à de Belém.

A origem do Papai Noel

O personagem Papai Noel foi inspirado no bispo S. Nicolau, que viveu e pontificou na cidade de Myra, Turquia, no século IV.
Nicolau costumava ajudar, anonimamente, quem estivesse em dificuldades financeiras. Colocava o saco com moedas de ouro a ser ofertado na chaminé das casas. Foi declarado santo depois que muitos milagres lhe foram atribuídos. Sua transformação em símbolo natalino aconteceu na Alemanha e daí correu o mundo.
A origem de Papai Noel vem de séculos e séculos atrás. Na verdade, quem começou essa história foi um bispo chamado Nicolau (que depois virou santo). São Nicolau nasceu em 280, na atual Turquia, e morreu aos 41 anos. O Papai Noel virou um símbolo proveniente do Pólo Norte.
Ele era muito bondoso e generoso. Entre as várias histórias a seu respeito, contavam que ele sempre oferecia presentes aos pobres e salvava marinheiros vítimas de tempestades. Por essas e por outras, São Nicolau virou o padroeiro das crianças e dos marinheiros.
A “fama” que ele ganhou por dar presentes às crianças chegou aos Países Baixos pelos marinheiros do país que o conheceram. A partir daí, sua fama só cresceu, atravessando dos séculos, até chegar aos Estados Unidos, onde ficou conhecido como Santa Claus. A essa altura ele já era muito popular, sendo conhecido como um homem gorducho, bonachão e generoso. As crianças passaram a pedir os presentes com antecedência para ganhá-los antes do Natal.
Uma das pessoas que ajudaram a dar força à lenda de Papai Noel foi Clemente C. Moore, um professor de literatura grega em Nova Iorque que lançou o poema “Uma visita de São Nicolau” em 1822, escrita para seus seis filhos.
Nesse poema, Moore divulgava a versão de que ele viajava num trenó puxado por renas. Ele também ajudou a popularizar outras características do Bom Velhinho, como o fato dele entrar pela chaminé.
O caso da chaminé, inclusive, é um dos mais curiosos na lenda de Papai Noel. Alguns estudiosos defendem que isso se deve ao fato de que várias pessoas tinham o costume de limpar as chaminés no Ano Novo para permitir que a boa sorte entrasse na casa durante o resto do ano.
No poema, várias tradições foram buscadas de diversas fontes e a verdadeira explicação da chaminé veio realmente da Finlândia. Os antigos lapões viviam em pequenas tendas que pareciam iglus e que eram cobertas com pele de rena. A entrada para essa “casa” era um buraco no telhado.
A última e mais importante característica incluída na figura de Papai Noel é sua camisa vermelha e branca. Antigamente, ele usava cores que tendiam mais para o marrom e costumava usar uma coroa de azevinhos na cabeça, mas não havia um padrão.
Seu atual visual foi obra do cartunista Thomas Nast, na revista Harper´s Weeklys, em 1881, numa campanha da Coca-Cola. A partir da imagem de São Nicolau, foi colocada uma roupa com as cores do refrigerante (vermelho e branco). Até o gorrinho vermelho com pompom branco foi criação dessa campanha publicitária.
A propaganda correu o mundo e foi um sucesso tão grande que aquela imagem passou a ser o padrão para caracterizar o Papai Noel, mas sem a garrafa de Coca-Cola que ele carregava na mão.

O Panetone

O bolo recheado de frutas secas e uvas secas é uma tradição do Natal italiano e surgiu em Milão, mas há três versões diferentes para explicar sua origem. A primeira versão é que o produto nasceu no ano 900, inventado por um padeiro chamado Tone. Por isso, o bolo teria ficado conhecido como pane-di-Tone. A segunda versão da história diz que o mestre-cuca Gian Galeazzo Visconti, primeiro duque de Milão, preparou o produto para uma festa em 1395. E a última versão conta que um certo Ughetto resolveu se empregar numa padaria para poder ficar pertinho da sua amada Adalgisa, filha do dono. Ali ele teria inventado o panetone, entre 1300 e 1400. Feliz com a novidade, o padeiro permitiu que Ughetto se casasse com Adalgisa. No Brasil, a tradição começou a se expandir depois da Segunda Guerra Mundial, quando imigrantes italianos resolveram fazer o mesmo panetone consumido por eles na Itália na época de Natal.

As Músicas Natalinas

A Igreja Católica sempre deu muita importância à música. As músicas de Natal surgiram devido aos esforços católicos de retirar importância às músicas e danças pagãs As primeiras músicas de Natal surgiram no século IV e ainda hoje são cantadas. No século XIX, surgiram muitas melodias de Natal de origem pagã.
Cada país tem as suas próprias canções, uma das mais populares é a canção inglesa "White Christmas" escrita por Irving Berlin em 1942, mas não é a única temos ainda o exemplo de "Silent Night, Holly Nigth" composta na Áustria por Franz Grubet no século XIX, "Jingle Bells", entre muitas outras.

"Natal não é uma época nem uma estação, mas um estado da mente. Apreciar a paz e benevolência, ser abundante em clemência, é ter o real espírito de Natal." (Calvin Coolidge)

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Salada de Frutas, para atender um pedido

As frutas são essênciais para uma alimentação saudável. Naturais ou em saladas são ótimas para serem servidas no café da manhã, como sobremesa e até mesmo para substituirem uma refeição. No Natal, frescas ou secas, fazem parte de pratos típicos, deixando a mesa mais colorida e saborosa. Para tirar proveito das frutas da estação, juntei-as em uma colorida Salada de Frutas e para dar um toque especial preparei um Creme de Mangas aveludado, que serviu como uma caminha para as frutas.
A Rita Palita vai deliciar com esta Salada de Frutas com Creme de Manga.

Salada de Frutas com Creme de Mangas
Ingredientes:
2 mangas grandes e maduras
2 xícaras (chá) de abacaxi cortado em cubos pequenos
1 xícara (chá) de mamão papaia cortado em cubos pequenos
1 xícara (chá) de morango cortado ao meio
2 ameixas frescas cortadas em gomos finos
1 banana prata cortada em rodelas
2 colheres (sopa) de mel
folhas de hortelã para enfeitar
Modo de Fazer:
Corte as mangas em pedaços e bata no liquidificador até obter um creme liso. Passe-o em uma peneira sobre uma tigela. Acrescente o mel e misture bem. Distribua o creme obtido em taças. Em uma tigela misture todas as frutas cortadas e coloque-as sobre o creme de manga. Cubra com filme plástico e leve para gelar. Na hora deservir, decore com as folhas de hortelã.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Feliz sobremesa!

Irresistível, esta sobremesa delicada é capaz de arrematar bem qulquer cardápio. No dia-a-dia, em grandes ocasiões e, é claro, nas festas do final do ano. Entregue-se ao pecado da gula. Só a cintura não perdoa, mas isso resolvemos depois.

Torta de Limão
Massa
Ingredientes:
1 xícara (chá) de açúcar
200g de manteiga ou margarina
2 gemas
5 colheres (sopa) de água
1 colher (sobremesa) de fermento em pó
4 xícaras (chá) de farinha de trigo
Recheio
Ingredientes:
1 lata de leite condensado
1 xícara (chá) de suco de limão
Cobertura de Marshmallow
Ingredientes:
3 claras
1 pitada de sal
1 xícara (chá) de açúcar
1/2 de xícara (chá) de água
Modo de Fazer:
Massa:
Misture os ingredientes da massa, acrescentando a farinha aos poucos até soltar das mãos (pode ser que não precise usar a quantidade toda). Deixe descansar 15 minutos e abra a massa. Forre o fundo de uma forma de aro removível ou forminhas individuais, fure a massa com um garfo e leve ao forno para assar.
Recheio:
Bata os ingredientes na batedeira, misturando bem.
Cobertura:
Prepare uma calda em ponto de bala mole com o açúcar e a água. Retire a panela do fogo. Bata as claras com a pitada de sal. Quando estiverem em ponto de neve firme e não quebradiços, comece a acrescentar aos poucos a calda quente em fio, sem parar de bater. Siga batendo até obter um marshmallow bem brilhante. Só pare de bater quando a mistura esfriar e adquirir uma consistência cremosa e firme, para não desandar. Guarde na geladeira.
Montagem:
Retire a torta assada do forno, espere esfriar um pouco, coloque o recheio e cubra com o marshmallow, utilizando o bico pitanga. Decore com raspas de limão.
Conserve a torta na geladeira.

Selinho das cozinhas amigas


O "Cafezinho das Cinco" recebeu das cozinhas amigas: Piratinha Piriri da Kláudinha, Vó Mindoca da Neyma e Chocorrango da Talita, o selinho Dardos.
Repetindo palavra por palavra: o prêmio DARDOS é o reconhecimento dos valores que cada blogueiro mostra a cada dia, seu empenho por transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais etc...
Obrigado, comadres queridas, pelo carinho.
Beijinhos!!!

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Trivial Caprichado

Para variar receitas do cotidiano de uma maneira fácil e saborosa, é preciso inspiração. Foi assim que surgiu esta receita para servir no almoço.


Rolê à Parmegiana
Ingredientes:
1 1/2kg de carne tipo alcatra ou contrafilé, cortado em bifes finos
1 colher (sopa) de sal
1 dente de alho amassado
1 colher (café) de pimenta do reino
fatias grossas de queijo mussarela
fatias finas de presunto
4 ovos
farinha de trigo para empanar
farinha de rosca para empanar
óleo para fritar
molho de tomate
3 colheres (sopa) de queijo mussarela ralado
orégano para polvilhar
Modo de Fazer:
Tempere os bifes com sal, alho e a pimenta do reino. Recheie cada bife com uma fatia de queijo e uma de presunto. Enrole e prenda com palito. Passe pela farinha de trigo, pelo ovo e pela farinha de rosca. Frite em óleo quente e escorra em papel toalha. Disponha em um refratário, cubra com molho de tomate e espalhe a mussarela ralada. Polvilhe com orégano e leve ao forno médio, preaquecido, até o queijo derreter. Sirva acompanhado de salada.

Xícaras, para que te quero

O que fazer com alquelas xícaras remanescentes dos jogos de chá e café, ou aquelas que são lembranças de família, viagens ou preciosidades com um bonito design?
Encontrei algumas sugestões para aproveitarmos as nossas xícaras de uma forma criativa e muito bonita.


Lustres

Castiçal

Para servir

Fonte:

Lustre Xícara: http://www.etsy.com/view_listing.php?listing_id=15362302

Lustre da Bakery: http://oglobo.globo.com/blogs/lucianafroes/default.asp?a=52&periodo=200703

Castiçal: http://www.designspongeonline.com/2008/11/diy-project-kates-teacup-candles.html

Para Servir: http://www.flickr.com/photos/letthemeatcake1

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

O sabor é de Pizza!

Para hoje um acompanhamento fácil de preparar que foi criado pela minha funcionária do lar, Berinjela Sabor Pizza. Gostamos tanto que comemos feito gente grande.

Berinjela Sabor Pizza
Ingredientes:
berinjelas médias
ovos
farinha de pão
molho de tomate
queijo parmesão ralado
orégano
sal
óleo para fritar
Modo de Fazer:
Corte as berinjelas em rodelas não muito finas e polvilhe com sal. Deixe em uma peneira por 40 minutos para perder água. Prepare o molho de tomate a seu gosto. Bata os ovos, misturando bem as gemas com as claras. Seque as berinjelas com papel absorvente, passe nos ovos, na farinha de pão e frite em óleo quente. Deixe sobre o papel absorvente para tirar o excesso de óleo. Transfira as berinjelas para uma travessa, passe molho de tomate sobre elas, polvilhe com queijo ralado e orégano. Leve ao forno para derreter o queijo. Sirva quente.

Entrevista com o Papai Noel

A imagem do Papai Noel é uma lembrança de criança que sempre me encantou, e gosto de preservar esta ansiedade e curiosidade infatil que ele desperta.
A casa dos meus pais já está toda enfeitada para a comemoração do Natal e as cartinhas e cartões já estão no pé da Árvore de Natal, pricipalmente para agradecer a Jesus pelo seu amor por nós.
Passeando pelos sites procurando algo interessante sobre temas de que gosto, encontrei esta entrevista com o simpático velhinho de roupas vermelhas e barbas brancas. Ela é um pouco longa, mas vale a pena ser lida, tenho certeza que você vai gostar de saber um pouco mais sobre o Papai Noel.


Entrevista com Papai Noel

JS - Papai Noel, onde afinal o senhor nasceu?
PAPAI NOEL - Essa pergunta tem na verdade duas resposta. Como Nicolau, ou São Nicolau de Mira, sou natural da cidade de Lícia, no ano 281, região de Patara, onde vivi do final do século III até o início do século IV, na província de Anatólia, uma das regiões da Ásia Menor, hoje conhecida como Turquia. Como Papai Noel, nasci nos Estados Unidos, por volta do ano 1800, fruto do conjunto imaginário de três artistas americanos. Um poeta, chamado Clement Moore e dois desenhistas: Thomas Nast e Haddon Sundblom.

JS - E quanto aos seus pais?
PAPAI NOEL - Minha família, apesar de ser composta de lavradores, era dona de muitas terras e possuía um grande patrimônio. Meu pai chamava-se Epifânio e minha mãe era conhecida por Joana. Eles viveram durante o século III, por volta do ano 270, numa cidade de nome Patras, a alguns quilômetros de Mira, antiga província da Licia. Religiosos por excelência, buscaram a Deus com todas as preces para que este Ihes dessem um filho. Depois de muito esperar, finalmente eu nasci, recebendo deles o nome de Nicolau, que significa “uma pessoa vitoriosa”.

JS - E essa fama de homem bom começou quando?
PAPAI NOEL - Eu desde muito jovem despertei para a necessidade de fazer bem às pessoas. Minha família por ser rica nunca teve problemas com dinheiro. Por isso sempre ajudei aqueles que mais precisavam. A origem dessa minha capacidade de presentear as pessoas pode ser bíblica, como os Reis Magos do Oriente, Baltazar, Belchior e Gaspar, que saudaram o nascimento do Menino Jesus com incenso, mirras e presentes, mas é também familiar. Na casa dos meus pais, era comum aos sábados formarem longas filas de pessoas para receber alimentos, roupas e dinheiro.

JS - Os dotes fazem parte dessa opção de sempre ajudar?
PAPAI NOEL -Não apenas eles, embora essas histórias sejam as mais conhecidas. Na Província de Licia, na cidade de Patara, havia um guerreiro dos exércitos romano chamado Licondro. Fidalgo de nome, mas arruinado de finanças, vivia o drama de não saber como casar suas três filhas, pois não tinha como pagar os dotes. Esse costume havia em toda região da Ásia Menor. Por isso, vivia a propagar sua tristeza em condená-Ias à prostituição por não ter como casá-Ias. Então resolvi ajudar e deixei, às escondidas, um saco de moedas de ouro embaixo da janela da mais velha e já em idade de ter marido.

JS - Se era na janela, aonde entra a chaminé nessa história?
PAPAI NOEL - Esse meu gesto ganhou um destaque muito grande na comunidade e logo todos queriam saber o nome daquele bom samaritano. Ainda em segredo. continuei ajudando outras moças pobres em idade de casar e na mesma situação da filha do soldado romano. O que era um simples ato de solidariedade ganhou ares de história, chegando mesmo a se transformar em lenda. E como toda lenda que se preza, ganhou também muitas distorções. Uma dessas variantes, nascida da saga imaginária dos holandeses, dizia que eu havia atirado o saco de moedas pelas chaminés das casas e enchidos de dinheiro as meias que ali foram colocadas para secar ao calor. Existe no entanto uma terceira versão, baseada na lenda da deusa escandinava Herta, que aparecia nas chaminés das casas trazendo sorte as pessoas daquela família. Ainda hoje, em países frios como Holanda e Noruega e Dinamarca, as crianças colocam meias próximas das chaminés ou das lareiras na esperança de encontrá-Ias recheadas de presentes na manhã do dia seguinte.

JS - Mas a tradição também fala em sapatos…
PAPAI NOEL - Muitas vezes eu deixava um saco de moedas como forma de ajuda às famílias, colocando-os sobre as janelas, sempre acompanhado da mensagem “O menino Deus é quem te envia esse socorro”. Uma certa vez, uma ventania derrubou a janela e jogou o saco de moedas para o interior da casa, indo cair dentro de um sapato. O felizardo espalhou a notícia e logo virou costume deixar sapatos ao lado da cama para serem recheados de dinheiro durante a noite de Natal.

JS - Mas entre ser bom e ser santo existe muita diferença…
PAPAI NOEL - Meus pais morreram quando eu ainda era muito jovem. Um dos meus tios então sugeriu que eu, por ser muito religioso, deveria viajar até a Terra Santa. Convencido, embarquei num navio e durante a viagem houve uma tempestade muito forte assustando a todos. Então lembrei dos ensinamentos cristãos da minha infância e rezei pedindo a Deus uma calmaria, o que acabou acontecendo. A tripulação preferiu entender tratar-se de um milagre. Por causa dessa história, e mais tarde, ao ser canonizado como São Nicolau, me tornei o santo padroeiro dos marinheiros.

JS - São Nicolau ou Bispo Nicolau?
PAPAI NOEL - Depois dessa experiência retomei à cidade de Mira, onde passei a viver na pobreza, pois já havia doado toda a minha fortuna. Alguns anos depois, o bispo da cidade morreu e os anciões, por não conseguir escolher um sucessor, optaram por colocar a decisão nas mãos de Deus. Naquela mesma noite, o mais velho do grupo teve um sonho onde o Senhor lhe dizia que o primeiro homem a entrar. na igreja naquela manhã deveria ser o escolhido. Como era meu costume acordar cedo e me dirigir a Igreja para rezar, fui premiado pela profecia do sonho e me sagrei o bispo mais jovem da história de Mira. Como homem de igreja e com uma biografia cheia de “milagres” graças a crendice popular, não foi muito difícil, ao morrer, no dia 06 de dezembro de 350, ser elevado a categoria de santo. São Nicolau é hoje um dos santos mais populares do cristianismo. Só em Roma existem 60 igrejas com meu nome e, na Inglaterra, são mais de 400.

JS - Fale mais um pouco de sua vida como São Nicolau…
PAPAI NOEL - Além dos marinheiros, também fui escolhido padroeiro da Rússia e da Grécia. Minha fama de homem generoso ganhou o mundo e assim passei a ser visto também como milagreiro. Quer dizer, antes mesmo de me tornar Papai Noel, já era um distribuidor de presentes. Mas essa fase da minha vida é muito pouco conhecida e não foi das mais fáceis. Existe até quem acredite, mesmo entre filósofos e historiadores, que eu nunca existir de verdade. Mas garanto: seja como Nicolau de Bari ou como Nicolau de Mira, quem quiser pesquisar irá encontrar registro da minha vida exatamente entre os séculos III e IV, e das dificuldades pelas quais passei como cristão. Por acreditar em Deus e fazer o bem, fui preso e perseguido pelo regime romano.

JS - Preso?
PAPAI NOEL - Por ser Bispo e exercer uma preocupação pública com os pobres, e principalmente por ser cristão, fui perseguido, preso e maltratado em Roma pelo imperador Diocleciano, um inimigo implacável de quem se dispusesse a seguir os ensinamentos do cristianismo. Ele governou Roma de 284 a 305 e entre seus muitos feitos pagãos, tornou obrigatório o culto ao deus Júpiter. Quem me libertou foi Constantino, o Grande, - Flávio Aurélio Cláudio Constantino, Imperador de Roma entre os anos 306 a 337. Livre, voltei a mInha vida de assistência religiosa, sendo um dos signatários do Primeiro Concílio de Nicéia. Os problemas e as perseguições diminuíram, mas ainda estavam longe de acabar. Nem mesmo depois de morto tive paz.

JS - Não ter paz, nesse caso, significa exatamente o quê?
PAPAI NOEL - Como São Nicolau o registro da minha morte é 06 de dezembro de 350, sendo sepultado num mosteiro da cidade onde exerci o bispado. Alguns séculos depois, em 1807, Mira foi tomada pelos Turcos e por isso alguns marinheiros italianos, temendo a profanação dos corpos, tomaram a iniciativa de levar os meus restos mortais para a cidade de Bari, na Itália, onde enfim repousam até hoje na Igreja dos Beneditinos. Esse episódio acabou sendo bom, pois a minha popularidade se propagou de tal forma em toda a Europa medieval, que a cidade de Bari transformou-se num dos mais procurados centros de peregrinação da fé cristã.

JS - O que vem a ser Concílio de Nicéia?
PAPAI NOEL - Foi o primeiro encontro religioso com características ecumênicas da história. Aconteceu em 325, convocado pelo Imperador Dionísio, disposto a frear o avanço de algumas idéias pagãs remanescentes do seu antecessor. Ao final do encontro foi elaborado um documento que ficou conhecido como “Símbolo de Nicéia”. Era o fim das atrocidades impostas pelo Imperador Diocleciano e também a condenação pública do arianismo - heresia do povo ariano (os mais antigos antepassados da família indu-européia) contra a igualdade das pessoas da Santíssima Trindade.

JS - E quanto o nome de Santa Claus?
PAPAI NOEL - Depois da Reforma, com a Europa convertida ao protestantismo, o culto a São Nicolau diminuiu muito sua intensidade. Mesmo assim, a minha história foi levada por colonos holandeses à América do Norte, onde me deram esse nome associado a figura de um velho bondoso e preocupado com as crianças. Começa então a minha fase de Papai Noel. Além da tradição, os holandeses levaram também o dia da minha morte, 06 de dezembro, para ser a data da grande noite de Natal. Papai Noel, com a cara, o nome, o trenó e as renas como conhecem hoje, só mesmo a partir do ano de 1831, quando tudo mudou. A imagem do Bispo com roupas escuras e tristes, deu lugar a uma figura alegre, bem nutrida, popular e associada as festas natalinas. Outras histórias recheadas de tradições também foram escritas pelas culturas holandesa e alemã, que alternadamente me puseram apelidos como “Sanct Herr Cholas”, “Sinter Claes”, “Sinterklass”, “Pelze-Nichol” ou “Sint Nocoloses”. Todos esses nomes, mais tarde, foram anglicanizados para “Santa Claus” por britânicos e americanos.

JS - O senhor sabe como o mundo lhe chama?
PAPAI NOEL - Nunca havia pensado nisso antes, mas agora, graças a Internet, pude finalmente reunir umas dezenas deles. Alguns são difíceis de pronunciar até mesmo para um poliglota como eu. Mas vamos lá. Na Áustria, me chamam de Christkind, Niklo; no Azerbajão, Shakhta Babah; na Bélgica, Saint Nicholas; no Canadá, Santa Claus; na China, Dun Che Lao Ren; na Costa Rica, EI Nino Jesus; na Dinamarca, Julemanden: na Inaglaterra, Victorian; na Estonia, Joulovana; na Filandia, Old Man Christimas; na Suíça, Julgubben; na França, Le Petit Jesus; na Alemanha, em cada região tenho um nome. Veja alguns: Pelzeicol, Weinacht, Pelzbock, Hans Muff e Knecht Ruprecht. Entre o povo Hindu, Ganesha; em Hong Kong, Sing dan lo ian; na Hungria, Karácsony Apó; na Islandia, Jolasveinn; na Irlanda, Santa Clause; na Itália, La Befana; no Japão, Santa Kurohshu; na Lapônia, Korvatunturl; em Latvia, Ziemmassve’tku veci’tis; na Libéria, Black Peter; na Lituania, Kaledu Senis; no México, EI Nino Jesus; na Holanda, Sint Nikolass; na Noruega, Pâ norsk; na Palestina, La Befana; no Peru, Papai Noel; na Polônia, Star Man; em Portugal, Pai Natal; em Porto Rico, Three Kings; na Rússia, Snegurochka; na Escandinávia, Juleniss; na Escócia, Santa Clause; na Sicília, St. Lucia; na Eslovénia, Bozicek; na Espanha, Papai Noel; na Suécia, Jultomten; na Turquia, St. Nicholars; no Uruguai, Jolly Old Elf; nos Estados Unidos, Santa Claus; no País de Gales, IIwyd e no Brasil e nos demais países de língua portuguesa, Papai Noel.

JS - Quem afinal lhe fez bonachão, barbas brancas e lhe deu esse um enorme saco para carregar?
PAPAI NOEL - Antes dessa minha aparência linda, minha imagem pública estava associada à fase de Bispo, o chamado conceito de São Nicolau. Foi assim durante mais de 1.400 anos, até que por volta de 1837, o cartunista americano Thomas Nast, com base numa descrição feita pelo seu compatriota e poeta, Clement Moore, numa canção de 1822 chamada “Twas the Night Before Christmas”, colocou no papel a minha primeira imagem. Para quem já havia sido chamado até de Elfo, o traço de Nast seria primoroso: um gnomo alegre, gorducho, pintado de verde, com longas barbas e cabelos extremamente brancos. Foi um sucesso. Dez anos depois já era capa da revista “Harper’s Weekly”, onde permaneci até meados do ano de 1886. No final do século XIX, nenhuma festa ou celebração natalina aconteceria sem que eu estivesse presente. Era o início da minha fase comercial e por causa disso fui - e ainda sou - duramente criticado pelos religiosos mais radicais.

JS - O cartão de Natal é dessa época?
PAPAI NOEL - Exatamente. Em 1886, uma das maiores empresas gráficas de Bostorn, a “Louis Prang”, foi quem primeiro no mundo lançou um cartão de Natal. Foi a primeira vez também que alguém me vestiu de vermelho. Essa cor passou a significar o espírito alegre do Natal em todas as casas onde se festejasse o nascimento do Menino Jesus. A partir desse cartão e do desenho de Last, minha imagem passou a receber contribuições de diversos artistas, até que, em 1931, o desenhista americano e publicitário Haddon Sundblom, contratado para essa missão pela “The Coca-Cola Company”, me deu forma humana, chegando a essa perfeição visual que sou hoje. A cor vermelha usada de forma pioneira no cartão, que já era marca de todas as peças publicitárias da empresa, foi mantida.

JS - O Senhor sabe alguma coisa desse seu, digamos, último “criador”?
PAPAI NOEL - Haddon Sudblom nasceu em Michigan, cresceu em Chicago e tornou-se uma lenda na indústria da propaganda americana. Dirigiu seu próprio estúdio por mais de 20 anos, onde ajudou a fortalecer a carreira de vários jovens artistas. A Coca-Cola foi um de seus primeiros clientes. Os anúncios com o Noel de Sundblom - como passaram a se chamar a série com a minha imagem definitiva - apareceram primeiro no jornal “Saturday Evening Post” e mais tarde em outras publicações de grande conceito nos Estados Unidos, como “Ladies Home Journal” e “National Geographic”.

JS - Houve algum tipo de inspiração, um modelo para se fazer alguém tão bonito?
PAPAI NOEL - Oh! Oh! Oh!, muito obrigado! O rosto original usado por Sundblom foi de um vendedor aposentado com o nome de Lou Prentice. Quando ele morreu, um amigo de Sundblom sugeriu que não haveria melhor sucessor para a criação como o próprio artista que a criara. Curiosamente, com o tempo, os traços nórdicos do rosto de Sundblom acabaram se aproximando aos meus. O último retrato de Papai Noel pintado por ele foi em 1966, 10 anos antes de sua morte. Desde então, a minha imagem associada à Coca-Cola não foi mais modificada. Ainda hoje a empresa reproduz - sem me pagar nada por isso - a clássica série de Sundblom em seus comerciais e nas embalagens festivas de final de ano.

JS - Onde afinal é a casa de Papai Noel?
PAPAI NOEL - Minha casa é o mundo, principalmente durante o Natal quando estou em todas os lares distribuindo presentes. Para correspondência e também para decansar nos meses de intervalo dessa que é a mais linda de todas as festas, meu endereço é a longínqua Korvatunturi (Colina da Orelha), na Lapônia, Norte da Finlândia. Meu outro endereço é Arctic Circle, SF 96930 - ROVANIEMI - FILÂNDIA. Para quem não sabe, Rovaniemi é a capital da região da Lapônia, no Círculo Polar Ártico. Nesses lugares, passo 11 meses observando e ouvindo tudo que as crianças fazem durante o ano. Antes eu fazia como a deusa escandinava Herta que só dava presente aos meninos que se comportassem bem. Aos outros, como forma de castigo, Ihes dava feixes de varas verdes. Hoje não sou mais assim. Estou muito mais bonzinho e dou presentes a todos.

JS - Explique a história desse seu trenó…
PAPAI NOEL - A minha imagem foi evoluindo com o passar dos anos e muitos países contribuíram para essa aparência atual. O trenó, assim como as renas voadoras, vieram de lendas e tradições comuns na Escandinávia. Outros países de clima frio adicionaram peles curtas à minha roupa e atribuíram meu endereço como sendo o Pólo Norte. A imagem da chaminé pela qual eu entro nas casas, assim como este pequeno cachimbo são inspiradas em lendas surgidas na Holanda e Noruega, como a da deusa Herta, por exemplo.

JS - Quantos renas existem hoje naquela região?
PAPAI NOEL - São tantas que não consgo contar. Mas dotada de poderes excepcionais de cruzar o universo em razão de segundos, mágicas e lindas como elas, só existem as minhas em todo mundo. São oito no total e a cada uma dei um nome em inglês: Eu as chamo carinhosamente de Dasher, Dancer, Prancer, Vixen, Comet, Cupid, Donder e Blitze.

JS - O senhor se considera um instrumento de marketing?
PAPAI NOEL - O Papai Noel distribuidor de presentes tem suas origens nas boas ações de São Nicolau, inspirado nos três Reis Magos do Oriente. Contos sobre meus feitos sempre existiram, mas não posso negar que ganharam o mundo depois dessa explosão comercial e dessa política de divulgação que vocês chamam de marketing. Em alguns continentes, como o Europeu por exemplo, o hábito de se trocar presentes foi criado muito antes da minha fase de Noel, e em outra data: 6 de dezembro. O uso da minha imagem em produtos e nas campanhas de vendas, apesar das críticas, me parece normal. É livre para todos. Não cobro nada por isso. Viajo o mundo e ainda me divirto.

JS - Quem nasceu primeiro? O senhor ou o Natal?
PAPAI NOEL - Como Papai Noel ainda sou criança se comparado com a tradição do Natal. Os cristãos substituíram a antiga festa do sol romana (solstício) de inverno pela do Natal, de forte tradição familiar e associada à festa do Ano Novo. O Natal cristão é celebrada no dia 25 de dezembro, em comemoração ao nascimento de Jesus Cristo, mas essa data nunca foi uma unanimidade. De acordo com um antigo almanaque, a festa já era celebrada em Roma desde o ano 336 e sempre no início de janeiro. Na parte oriental do Império Romano, comemorava-se em 6 de janeiro tanto o nascimento de Cristo quanto seu batismo. No século IV, as igrejas orientais passaram a adotar o dia 25 de dezembro para o Natal, e o 6 de janeiro para a Epifania (palavra de origem grega que significa a manifestação da divindade a seus fiéis) e o dia de Reis. Já na Igreja Ortodoxa Russa, ao contrário das demais orientadas pelo Papa, a data do nascimento de Cristo continua sendo até hoje o 6 de janeiro.

JS - Essa questão não lhe parece bastante complicada?
PAPAI NOEL - O nosso calendário atual teve origem no Imperador Dionísio (aquele que me libertou da prisão por ordem de Diocleciano, quando ainda era São Nicolau, lembra?) que deu o nascimento de Cristo no mesmo ano da fundação de Roma: 754. Esse seria portanto o primeiro ano da nossa era. Porém, Josefo, um historiador de grande conceito junto a pesquisadores e teólogos relaciona o nascimento de Jesus com a morte do grande ,Imperador Herodes, falecido pouco antes da Páscoa, no ano 750. Nesse caso, a data correta seria 12 de abril.

JS - Mas é certo que alguém instituiu o dia 25 de dezembro como sendo o dia de Natal…
PAPAI NOEL - A festa de Natal foi instituída oficialmente pelo bispo romano Libério, no ano 354. Na verdade, o uso do 25 de dezembro não se deve a um estrito aniversário cronológico, mas também à substituição, com motivos cristãos, das antigas festas pagãs. A primeira destas celebrações a ser cristianizadas foi a festa “Mitráica”, uma das manifestações mais populares da religião Persa. Eles festejavam o Natalis Invict Solis, que quer dizer o nascimento do vitorioso sol. Havia também várias outras festividades pagãs decorrente do solstício de inverno, quando o astro rei começa a se reaproximar da terra fazendo com que os dias comecem a ficar mais longos. Uma dessas manifestações de maior prestígio em Roma era as Saturnálias, comemorada no dia 17 de dezembro. Nelas eram permitidos grandes excessos, troca de presentes, culto a Baco, deus dos vinho, e um direito impensável para os escravos em outras datas: assentar-se à mesa com os senhores e dela usufruíam sem qualquer tipo de restrições.

JS - A Bíblia, em dois momentos, fala dessa luz, mas nunca cita o sol…
PAPAI NOEL - As alusões dos padres da igreja e do Evangelho ao simbolismo de Cristo como sol de justiça (Malaquias 4:2) e luz do mundo (João 8:12), se referindo a Jesus Cristo, e as primeiras celebrações da festa na colina vaticana - local onde os pagãos tributavam homenagem às divindades do Oriente - expressam o sincretismo da festividade, de acordo com as medidas de assimilação religiosa adotadas por Constantino e referendadas pelo Concílio de Nicéia. Antes, o dia 25 de dezembro era tido também como o do nascimento do misterioso deus iraniano Mitra, o sol da virtude. No ano novo romano, comemorado em 1° de janeiro, havia o hábito de enfeitar as casas com folhagens e dar presentes às crianças e aos pobres. Acrescentaram-se a esses costumes os ritos natalinos germânicos e célticos, levados pelas tribos teutônicas após invadirem a Gália, a Grã-Bretanha e a Europa central. A acha de lenha, o bolo de Natal, as folhagens, o pinheiro, os presentes e as saudações comemoram diferentes aspectos dessa festividade.

JS - Havia outras opções de datas para o Natal?
PAPAI NOEL - Na verdade existia uma pluralidade de datas e o tema virou discussão entre os eclesiásticos da época que não chegavam a um acordo sobre qual o verdadeiro dia para se comemorar o Natal. Muitas eram as opções: 2 de janeiro, 6 de janeiro, 25 de março, 18 de abril, 19 de abril, 20 de maio e 25 de dezembro. Esta última apareceu pela primeira vez no calendário de Philocalus, no ano de 354. Somente nos dias do antipapa Hipólito, Bispo de Roma, Pontífice de 217 a 235, que encontramos a primeira evidência histórica da celebração do dia do nascimento de Cristo. Para uns, a data a ser escolhida deveria ser 2 de janeiro. Outros, no entanto, queriam o dia 6 por entender ser esse o dia do batismo de Jesus por João Batista, Ou seja: o seu verdadeiro nascimento espiritual. Finalmente, no ano 354, o Bispo romano Libério pois fim a questão e instituiu oficialmente, em nome da Igreja, o dia 25 de dezembro como sendo o do Natal e do nascimento de Cristo.

JS - A troca de datas foi tranqüila ou houve algum tipo de rejeição?
PAPAI NOEL - O 25 de dezembro não significou para o mundo apenas o nascimento de Cristo, mas serviu também de parâmetro para a cronologia do ocidente, pois marca o ano 1 da nossa história. Mesmo assim, no ano 245, muitas foram às vozes contrárias ao que chamaram de oportunismo dos cristãos em usar o prestígio da festa do sol como referência para o nascimento de Jesus. Alguns teólogos mais radicais, como o grego Orígenes, considerado por muitos como o Pai da Igreja, condenou veementemente a idéia de se comemorar o dia do nascimento de Cristo, um judeu - como se ele fosse um Faraó. No final do século III e início do século IV, a Igreja finalmente consegue a cristianização das grandes festas pagãs ainda remanescentes. Ai estão incluídas todas as demais decorrentes do solstício de inverno, como as satunálias, em Roma, e os cultos solares entre os Celtas e os Germânicos. A nova postura religiosa se tornou vitoriosa diante das demais, exatamente por trocar o culto às árvores e aos animais pela promessa de um Deus vivo, único, e com poderes para resolver todos os males da humanidade em qualquer tempo. A idéia central da festa de Natal – pagã ou não - revela claramente esta origem.

JS - A simbologia da luz também foi levada em consideração?
PAPAI NOEL - Nada na história da Igreja acontece por acaso. Todos sabiam da fé pagã que acreditava ser a noite do dia 25 de dezembro a mais longa de todo ano. Isso explica a oferta de sacrifícios ao Deus Sol que, agradecido, nasceria de novo no dia seguinte proporcionando assim a volta da luz. A Igreja se aproveitou bem dessa simbologia e simplesmente trocou o sol pela figura de um menino. Deu-lhe o título de Rei - como assim também era chamado o astro - e passou a anuncia-lo como a luz que iluminaria o mundo não apenas na manhã seguinte, mas para todo o sempre. A luz - seja com o sol, lua, estrelas ou com o menino Deus - foi e continuará sendo um dos principais símbolos do Natal.

JS - Por falar em símbolos, temos algumas dúvidas sobre suas origens. Vamos tentar esclarecer algumas. Os pinheiros? A árvore de Natal?
PAPAI NOEL - Nem mesmo eu sei dizer ao certo quando surgiu a árvore de Natal. Mas ao longo da história ela foi incorporada aos hábitos de vários povos, embora muitas sejam as lendas que tentam explicar sua origem. A mais conhecida tem cerca de 1.200 anos e conta que um inglês chamado Wilfried, viajando pelo norte da Alemanha, encontrou um grupo de sacerdotes (duidas), prestes a sacrificar um jovem príncipe de nome Astolfo. O local escolhido seria o carvalho sagrado de Odin, pai de Thor, o mais importante deus da mitologia germânica. Wilfried então interrompeu o sacrifício, cortou a árvore sagrada, e em seu lugar, surgiu um lindo pinheiro tão sagrado quanto aquele que lhe dera origem. Não demorou muito, os alemães começaram a levar para suas casas, no Natal, mudas de pinheiros e ornamenta-las com frutas simbolizando fartura para o ano todo. Na Roma antiga já se pendurava máscaras de Baco, o deus do vinho, em pinheiros para comemorar a “Saturnália”. Na Alemanha, o padre Martinho Lutero (14831546), autor da Reforma protestante, montou um pinheiro enfeitado com velas em sua casa. O objetivo era mostrar às crianças como deveria ser o céu na noite do nascimento de Jesus Cristo.

JS - E o presépio?
PAPAI NOEL - A tradição atribui a criação do presépio a uma reconstituição do nascimento de Jesus Cristo feita em 1223 por São Francisco de Assis, em Greccio, na Itália. Mas essa representação já era conhecida desde o século IV. Em sua origem, existe um termo hebraico traduzido como praesepium, designando a manjedoura, os animais ou o próprio estábulo. Os presépios representam o nascimento e adoração do menino Jesus em Belém. Nossa Senhora, São José, anjos, pastores e animais à volta do recém-nascido, são as principais figuras do conjunto, no qual aparecem também os reis magos carregando seus presentes. Freiras portuguesas, na cidade de Lisboa, já montavam o cenário desde o ano de 1391. Aproximadamente no século XVI, a simbologia do presépio passou a ser dramatizada com danças e cantos populares. No Brasil, o presépio foi introduzido no início do século XVII, na cidade pernambucana de Olinda, pelo frei franciscano Gaspar de Santo Agostinho. Em todo o mundo, os presépios são montados no início do mês de dezembro mas não recebem a figura do menino Jesus até o dia de Natal. É o período conhecido como “advento”, quando os cristão se preparam - com orações, penitências e até jejum - para a chegada daquele escolhido por Deus como redentor do mundo.

JS - A Missa do Galo?
PAPAI NOEL - Assim como o presépio, São Francisco de Assis também acabou contribuindo para a expressão “Missa do Galo”. Ele reunia as pessoas em volta do presépio e celebrava uma missa a meia noite, hora do nascimento de Cristo segundo a tradição. Como os galos cantavam habitualmente as primeiras horas do dia e a missa sempre avançava madrugada adentro, o povo deu a essa celebração o nome de Missa do Galo.

JS - E a música “Noite Feliz” é uma das mais executadas do mundo. O Senhor sabe como ela surgiu?
PAPAI NOEL - Essa é a canção mais popular da noite Natal e só perde em execução para o “parabéns a você”. Ela nasceu na Áustria, em 1818. Ali, numa cidade chamada Arnsrdof, ratos entraram no órgão da única igreja do lugar e roeram os foles. Preocupado com a possibilidade de uma noite de Natal sem música, o padre Joseph Mohr saiu atrás de um instrumento que pudesse substituir o órgão danificado. Em sua peregrinação e andanças em busca de uma alternativa musical para àquela noite especial, começou a imaginar como teria sido na cidade de Belém, no dia do Nascimento. Fez então várias anotações e procurou o músico Franz Gruber responsável pela criação desta que é uma das melodias mais bonita e mais conhecidas de todo o mundo.

JS - O Senhor é muito barrigudo. Isso tem a alguma coisa a ver com o fato de se comer tanto no Natal?
PAPAI NOEL - Talvez. Visito muitas casas nesse período e na maioria delas encontro fartura na mesa. Por isso acabo provando um bacalhau na Noruega, um peru no Brasil, um caldo verde em Portugal, um arroz de polvo na Dinamarca, uma torta de nozes nos Estados Unidos, um coelho frito na Inglaterra, uma sopa de lentilhas na Argentina, um cabrito estonado na Espanha, broas e rabanadas na Alemanha, torta de figos no Japão e uma série de outras guloseimas espalhadas por esse mundo de incontáveis tradições culinárias.

JS - Alguns estudiosos da física acham impossível Papai Noel está ao mesmo tempo em tantos lugares e dizem até que o Senhor não existe…
PAPAI NOEL - Eu conheço bem essa história e até teriam razão se a minha física obedecesse a deles. Não é bem assim. Minhas renas são mágicas e podem se deslocar de um lugar a outro do planeta num piscar de olhos. Além disso, embora sendo único, tenho milhões, bilhões de outros pais que dividem comigo essa tarefa nobre de distribuir presentes e fazer a alegria das crianças. Tem sido assim há mais de meio milhão de anos e assim será por toda eternidade.

JS - No mundo de hoje o Senhor teria uma mensagem também aos adultos?
PAPAI NOEL - O Natal é verdadeiramente o maior de todos os símbolos representativos do nascimento de Jesus Cristo, filho de Deus, que nasceu para seguir um plano. Um plano no qual Ele é oferecido em sacrifício para morrer na cruz para que fossemos perdoados. Na época de Jesus Cristo, quem tivesse pecado e quisesse ficar livre deles tinha que oferecer um cordeiro em forma de sacrifício. Para Deus e para a humanidade, Cristo é o cordeiro sem pecado e sua morte serviu para limpar as faltas de homens e mulheres de boa vontade. A simbologia do Natal com suas árvores coloridas, os presentes, eu, os presépios e a figura central do Menino Jesus, são elementos de tradição e fé para serem absorvidos como símbolos da paz. O amor paternal, a fraternidade entre os povos, a solidariedade de amigos, de familiares, e até mesmo o perdão de inimigos, significa etapas de um emaranhado plano de Deus em busca da vida eterna e da paz entre os povos.
Infelizmente não sei quem é o autor do texto, mas deixo aqui todos os créditos a você pelo seu trabalho.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Pão para o lanche da tarde

Hoje acordei disposta a fazer pão para o lanche. Algumas receitas já estavam separadas entre elas a de Pão de Manjericão. Esta é uma daquelas receitas que assim que li decedi que teria que fazer em breve. Leve, perfumado e saboroso, ficou muito bom acompanhado de requeijão cremoso e presunto parma.


Pão de Manjericão
Ingredientes:
3/4 xícara (chá) de leite morno
2 tabletes de fermento biológico (30g)
1 colher (sobremesa) de açúcar
2 ovos
1/2 xícara (chá) de folhas de manjericão
1 cebola pequena picada
1 colher (sobremesa) de orégano
1 dente de alho picado
1 colher (sobremesa) de sal
1 1/2 colher (sopa) de margarina
500g de farinha de trigo
margarina para untar
1 gema para pincelar
gergelim para salpicar
Modo de Fazer:
Bata no liquidificador o leite, o fermento e o açúcar. Tansfira para um recipiente e reserve.
Bata também os ovos, as folhas de manjericão, o orégano, o alho, a cebola, o sal e a margarina. Junte as duas misturas e acrescente a farinha de trigo aos poucos. Cubra e deixe descansar por 30 minutos. Trabalhe a massa sobre uma superfície enfarinhada. Acrescente mais farinha se necessário. Unte as mãos com óleo e modele os pães ou um só pão maior. Coloque-os em formas pequenas ou em uma assadeira untada e enfarinhada. Pincele a gema e salpique o gergelim. Deixe descansar mais 20 minutos. Leve ao forno preaquecido por cerca de 40 minutos.
Notas:
Não coloquei a cebola.
Aumentei a quantidade de manjericão para 3/4 de xícara.
A quantidade de farinha recomendada na receita foi o suficiente.
Fonte: Revista Receita Minuto Especial - Pães

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Trivial simples

Gosto de variar as receitas dos pratos servidos nas refeições do dia-a-dia. Um trivial simples e saboroso, composto de Rocambole de Carne Moída acompanhado de Croquete de Banana. O segredo desta delícia douradinha, é controlar a temperatura do óleo e escorrer bem em papel absorvente.

Rocambole de Carne Moida
Ingredientes:
500g de carne moída
1 pacote de creme de cebola
1 cebola média bem picada
100g de bacon fatiado e picado
2 ovos
1 colher (sopa) de margarina
queijo parmesão ralado a gosto
100g de queijo mussarela fatiado
150g de requeijão cremoso
ervas aromáticas frescas e bem picadas (salsa, cebolinha verde, alecrim, orégano ...) a gosto
sal a gosto
Modo de Fazer:
Tempere a carne com o creme de cebola, a cebola o bacon e a pimenta do reino.
Adicione os ovos e, se for necessário, acrescente o sal. Misture bem formando uma massa.
Estique um plástico em um refratário quadrado, abra massa distribua a mussarela, o requeijão e a ervas. Cuidado para a espessura da carne não ficar fina.
Enrole o rocambole com o auxílio do plástico. Pincele com a margarina.
Em uma folha de papel aluminio acomode o rocambole e embrulhe bem. Transfira para uma assadeira e coloque para assar. Depois de 15 minutos retire o papel e deixe dourar por mais 15 minutos. Polvilhe o queijo parmesão e sirva quente.

Croquete de Banana com Presunto
Ingredientes:
4 bananas maduras e firmes
4 fatias de presunto
Para empanar
Ingredientes:
farinha de trigo
2 ovos batidos
sal a gosto
farinha de rosca
óleo para fritar
Modo de Fazer:
Corte as bananas e as fatias de presunto ao meio, para obter 8 porções. Envolva cada pedaço de banana no presunto, passe pela farinha de trigo, pelo ovo levemente batido com sal e pela farinha de rosca. Leve à geladeira por 30 minutos. Frite os croquetes imersos em óleo quente. Coloque sobre papel absorvente para retirar o excesso de óleo.
Nota:
Usei banana prata.